◗ IA pra dar tração · humanos pra fazer a mágica
“the royal we”: uma equipe de um cara só, com o cacife de uma frota inteira.
Bota na rua ou dá um talento na sua marca D2C em um trimestre. E você fica com as chaves.
Escala de gigante com orçamento indie. Aprendi como o Google e a Zappos constroem, e como mergulhar de cabeça numa marca. Agora você leva o manual inteiro. Sem agência, sem mensalidade, sem apresentação de slide.
Um trimestre, preço fechado. Se não der match, você já saca na segunda semana.
* o “nós” é, tecnicamente, uma pessoa só. doideira, né? mas o trampo vai pro ar.
Como a gente opera
Dois sentidos, uma ideia. Primeiro, o ponte de comando, onde um único capitão comanda a nave toda. Você no leme, a IA nos consoles, um time de peso de prontidão. Aí vem a ponte que a gente constrói, de onde você tá até o lançamento: ideia → produto, sua stack → a era da IA. Um trimestre de travessia. E as chaves ficam com você.
A maioria das agências de IA vende teatro: um deck, um workshop, uma promessa furada. Eu vendo o oposto. Um parceiro que já viu os dois lados (inovação e criatividade nível Google, mais a raça de um founder lançando os próprios trampos) que vai botar o seu projeto na rua pra valer.
Alto EQ, alto QI e o rigor de um TPM na mesma sala. O trampo inteiro de um program manager é circular por todas as áreas e costurar as peças pra virar uma coisa só. visão do todo, que é exatamente o que uma 'company of one' nasceu pra fazer. A gente moderniza seu trampo, dá um up no time com IA e prepara o negócio pra lucrar. A criatividade raiz continua na mão de humanos.
A gente rasgou a cartilha
O modelo padrão de consultoria é feito pra gerar boleto, não pra entregar. Então a gente virou a parada de cabeça pra baixo.
O que a pesquisa diz de verdade
As grandes pesquisas dizem a mesma coisa. As ferramentas tão em todo canto; os resultados são raros. A diferença nunca é o modelo. É como a parada é aplicada.
das empresas dizem que a IA generativa ainda não mudou nada no bolso. Por enquanto.
McKinsey ↗penam pra escalar IA além dos pilotos e gerar valor real.
BCG ↗fogem de IA por medo dos riscos & dados.
Deloitte ↗das pequenas empresas já usam IA generativa. Mas a maioria não faz ideia por onde começar.
U.S. Chamber ↗a galera abraça a IA, se confiar em quem tá por trás.
Edelman ↗É nesse espaço que eu atuo: um caso de uso real, que dá pra medir antes de ir pro próximo. Feito por gente, sem hypezinho, e as chaves ficam com você.
◗ Provas na mesa, zero papinho
// cada habilidade, na conta. sem teatrinho, muitas variáveis, muitos pormenores.
Da ideia no guardanapo ao produto na rua. Energia de aceleradora de ideias, mas sem a burocracia do comitê.
Definir o funil, plugar o Mailchimp e fazer o ponteiro mexer. É, bom, isso é, tipo, o seu funil, cara.
Bots internos e pro cliente que desviam tickets reais, não clientes reais. E, por decreto real, não inventam groselha.
Transformação com IA de ponta a ponta: fluxos modernizados, ferramentas no esquema, equipe voando, e a criatividade raiz continua 100% humana.
Tradução e adaptação cultural pra valer, pra sua ideia bater certo em qualquer mercado que pisar. Liderado por quem fala francês fluente. Bacharelado em Francês, GTM pras 50 maiores marcas da EMEA.
Construção de marca que mergulha de cabeça, pra você não ficar com a mesma cara de toda startup de IA por aí.
Operação de peixe grande rodando nas suas ferramentas indie (Shopify, Square, Stripe, Mailchimp), tudo azeitado pra rodar como uma máquina.
Os diferenciais
Uma única pessoa na linha de frente. O escopo de uma agência, sem o peso morto.
5B+ usuários atendidos · +250% lançamentos YoY · da ideia → App Store em 30 days.
Sem mensalidade, sem prender você. A gente lança a braba e vaza.
Velocidade de máquina, bom gosto humano. A alma continua intacta.
Repertório que dá pra ver. Uma consultoria engravatada estaria mentindo sobre isso.
Google (incl. The ZOO, Paris), Zappos, Affirm, tudo na mesma cabeça.
A Ponte · O Away Team · Lançamento / Refit de IA. Nada de “consultoria” vaga.
Você acompanha a entrega: tudo documentado, passado pra sua mão e rodando liso sem mim.
Nada de 'o maior', nem 'o primeiro'. Só o trampo que vai pro ar.
Nosso esquema principal · um trimestre, 1:1
Imagina trocar uma ideia com um parceiro criativo que primeiro saca a sua visão, e depois te ajuda a moldar e botar na rua. Um trimestre, 1:1. Ideia → produto no ar, o quão fundo for preciso: ecommerce, motores de recomendação, tax nexus, transfer pricing, o pacote completo.
Doze semanas. Um Dude. Um produto que vai pra rua.
Um único 'dude', com todos os chapéus que você precisa
O esquema
Uma tripulação focada é teletransportada pro seu negócio, saca tudo a fundo, volta com as ideias e constrói a parada com você, do processo de negócios ao seu site, até o produto que vai pra rua. Sem ninguém no seu cangote, sem reunião pra marcar reunião. A gente foca, trampa junto e faz acontecer. Depois, te entregamos as chaves.
Missão · 0 → 1
Bota a ideia na rua.
Um ataque cirúrgico naquilo que precisa ir pro ar. Um lançamento 0 → 1, aquele build de vida ou morte, o prazo que não pode furar. Da ideia pro ar em um trimestre, na mão de usuários reais. E você fica com as chaves.
Missão · level-up
Trazendo a parada pra era da IA.
O negócio deu uma travada? A gente transforma de ponta a ponta: processo, o site, o produto, o que você entrega. Tudo modernizado, turbinado com IA e criativo de novo. Mais valor, mais velocidade, menos custo.
Qualquer missão · um trimestre · 1:1 · preço fechado. A chave fica com você. Feito pra D2C & marcas criativas.
Como o away team trampa
Sem mensalidade, sem reunião pra marcar reunião. A meta é deixar tudo rodando em um trimestre, e depois te entregar as chaves. Prefiro te lançar e vazar do que virar um boleto mensal que nunca acaba.
Duas semanas trocando ideia. Eu saco o seu negócio, o seu estilo e o objetivo real. Aí a gente define a única parada que vale a pena construir.
A gente escopa a parada pra valer. Funil, stack, edge cases, aquelas tretas de tax-nexus e motor de recomendação que ninguém te avisou. Um plano que você poderia entregar pra qualquer um. Mas não vai precisar.
Eu construo junto com você, às claras. IA pra dar aquela alavancada, rigor de TPM pra cruzar a linha de chegada. Você termina o trimestre com um produto no ar, não com um PPT de agência.
◗ Mais valor, não menos, pagando uma fração
As grandes firmas dominam uma coisa só. Aqui você leva o pacote completo, de alguém que já entregou projeto de verdade.
AKQA · Instrument · Work & Co
Repertório & bom gosto criativo.
Accenture
Dados & escala.
McKinsey
Frameworks & rigor.
Le Nous Royal
Os três, feitos sob medida. Construídos & lançados no mundo real, 1:1.
No esquema à la carte, essa brincadeira sai por:
Você não devia ter que escolher entre repertório, dados e frameworks. Muito menos contratar três agências e bancar o custo inflado delas pra conseguir isso. Uma única pessoa na linha de frente, sob medida pra você. O bom gosto de um estúdio criativo, os dados de uma consultoria, os frameworks de um estrategista, mais a vivência de quem já botou a mão na massa como founder e aquela atenção 1:1 que os peixes grandes não conseguem vender. Os caras cobram uma fortuna porque eles são o sistema. Le Nous Royal te ajuda a derrubar o sistema. Sem virar um deles. Nossos preços são baseados em valor, sem loucura.
A pegada anti-agência
Fee mensal e hora técnica são a máfia das agências. Quanto mais enrolam, mais faturam, então o trampo nunca fica 100% feito. A gente se recusa a entrar nesse joguinho. Um valor fixo pro trimestre. A gente lança, te entrega as chaves e vaza. Sem taxímetro rodando, sem mensalidade com renovação automática, sem motivo pra encher linguiça nas horas. A gente é pago pra te lançar, não pra fazer sala. A gente te prepara pra voar sozinho, sem dependência. Essa é a pegada contracultura: a gente vence quando você não precisa mais da gente.
O que rola num trimestre
Um trimestre típico é um projeto de peso + duas ou três entregas de apoio, mais uma fatia garantida de capacidade sênior. Você escolhe o protagonista; a gente escala o elenco de apoio logo na primeira semana.
Um trimestre típico, não uma lista de peças. Eu não cobro por tarefinha; eu mergulho no seu negócio e construo o que ele realmente precisa.
Build principal · escolhe aí
Uma v1 rodando na mão de usuários reais. Do conceito ao MVP no ar.
Deploy feito, com evals no CI, e não um demo que morre na segunda.
Um “você também pode gostar” rodando liso e pagando as próprias contas.
Email + funil refeitos, instrumentados e convertendo pra valer.
Migrado e rodando liso na Shopify / Square / Stripe / Mailchimp.
Uma identidade de respeito + um kit de assets que a sua equipe consegue usar pra valer.
Táticas de apoio · escolha duas ou três
Doze semanas é tempo suficiente pra botar algo real na rua, e curto demais pra ficar pirando nas ideias. Essa é a pegada.
◗ Atelier Le Nous Royal · a galeria
A prova de que a gente bota na rua: e que a gente é engraçado pra caramba. Construído por amor à parada, depois ajustado pra funcionar de verdade. Alcance, humor e um produto finalizado. Pode escolher os três.
Jogo de trivia pra galera do Chiefs Kingdom. Obsessão pela marca, gamificada.
Um blind-timer de torneio que não é feio de doer. Estrutura pro caos.
Um app pra quem é nerd de vinil/CD/fita. Uma prateleira, uma escolha do dia, um balconista de IA cheio de marra. Feito & lançado no voo solo. iOS · Android · Web.
Transforme um caixote de discos num catálogo precificado e escaneável com um caixa de verdade. Da mesa dobrável pra uma loja de responsa. Demo ao vivo na página.
Provas · os pontos que eu conectei
Nada disso foi um voo solo de gênio. Foi orquestração pura. O trampo de um program manager é conectar a galera, os times e as peças em uma única parada que realmente vai pro ar. Imagina os pontos que eu consigo ligar pra você.
Ajudei a lançar o do Google computador de Star Trek. Agora você pode ter o seu.
The Verge “…o mais bem-sucedido, de longe.” No Project Kennedy, o primeiro redesign cross-product do Google, que eu liderei como TPM. · ler ↗ ▶ ▶ Saca só o lançamento Project Kennedy: o filme de lançamento do Google O redesign cross-product que eu liderei como TPM · YouTube ↗O trampo na mídia
◗ Com quem a gente joga junto
Nossa especialidade: D2C e marcas criativas, makers, selos indie, commerce criativo com bom gosto e história pra contar (Gatefold é um dos nossos). Se você constrói algo e quer mais, melhor e mais rápido (usando AI como alavanca, mas com a alma intacta), a gente precisa trocar uma ideia.
◗ Qual é a desse lance de « nós »
“The royal we” é o pluralis majestatis, como os monarcas falam há mil anos. Nunca “eu”, sempre “nós”, porque um soberano nunca tá sozinho; ele carrega a corte inteira junto.
É a piada e é a promessa inteira. Contrata o Le Nous Royal e você contrata uma pessoa só, mas todo time que essa pessoa já fez parte vem junto no pacote. Google, Zappos, Affirm e um founder que botou o próprio produto na rua. É um alcance que um “Eu” sozinho jamais conseguiria bancar.
E tem um segundo “nós”, aquele que importa pra valer: você e eu. Isso é uma parceria, não uma ordem de compra. A gente troca ideia, molda a parada e bota na rua. Juntos.
“Nós” é a palavra mais importante dessa página. Significa que você nunca vai fazer essa parada sozinho.
Arquivo de pessoal · tripulação reserva
O “nós” continua sendo uma pessoa só. Essa é a pegada e a promessa. Quem você chama no rádio é quem faz a entrega. Mas quando o projeto pede um especialista, eu não meto o louco nem jogo no colo de um júnior. Eu abre o canal com o banco: uma lista seleta de gente muito foda com quem já lancei projetos e confio de olhos fechados. Escalados no kickoff, de prontidão, e só pros trampos que pedem. O alcance de uma frota inteira sem a enrolação de agência. Primeiros assentos abaixo; mais tripulação revelada em breve.
Logo mais a gente solta o nome
Visuais generativos com olhar de fine-art. Trampo exibido em museus. Aquela parada absurda de boa, apontada direto pra sua marca.
Logo mais a gente solta o nome
Diretor & produtor. Trampos exibido em película e produzido na França. Motion cinematográfico do conceito ao corte final.
Logo mais a gente solta o nome
Criação de peso, premiada. Do conceito à mão na massa, do social pro palco e pra tela.
Logo mais a gente solta o nome
Análise de dados, feature engineering e o trampo pesado de IA e dados. De responsa e orgulhosamente marrento.
◗ Galera de peso no banco · acionada por projeto
O banco de reservas só entra em campo quando o trampo pede. Você sempre contrata o cara principal, e as chaves ficam com você.
◗ O que a galera mais pergunta (e com razão)
Muitas vezes, sim, e você tá certíssimo em ficar com o pé atrás. O modelo atual: um roadmap de seis meses, um deck cheio de buzzwords, uma mensalidade gorda e um piloto que não muda nada. Os estudos tão aí pra provar que o ceticismo tem razão. 80%+ das empresas não veem impacto no bolso de IA generativa ainda. A gente faz o oposto. Uma pessoa focada no problema real primeiro, entregando resultado antes de você se comprometer. A gente te ajuda a vencer o sistema; a gente não é o sistema.
Uma pessoa só. Essa é a piada, e esse é o pitch. Você leva o arsenal de uma agência, menos a agência. Sem gerentes de conta, sem repassar a bola pro júnior. A pessoa que você chama é quem bota na rua.
Mais barato que apostar num time que você nunca vai ver a cara. Um trimestre, preço fixo, escopo assinado sem enrolação. Se não der liga, você descobre na segunda semana, não no sexto mês. E tudo que a gente constrói é seu: documentado, entregue e rodando liso sem mim.
Então eu provavelmente sou a escolha errada, e vou te mandar a real logo no primeiro papo. O esquema aqui é pra trampos 0→1 e pra modernizar o stack, não pra inchar uma agência de 40 pessoas. Mandar a real vale mais que contrato assinado.
Eu mesmo escrevo. IA pra alavancar, mão na massa, rigor de TPM na entrega. O gatefold.fm foi de ideia → App Store em 30 days desse mesmíssimo jeito.
Porque a versatilidade é o produto, e um site de consultoria bege seria pura mentira. O trampo por baixo dos panos é sério pra caramba. O tapete só dá aquele toque que amarra a sala toda, tá ligado.
◗ Marca um papo pra ver se dá match · 1 cliente por quarter
O trimestre é todo seu. Quem senta pra conversar é quem bota o projeto na rua. Traz uma ideia, uma bagunça ou um 'quem sabe'. O Dude resolve.